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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Anúncio do que aí vem



O Reboliço pensa: se publicasse entre as Cartas toda a "Ode Triunfal", ou todo o "Opiário", ou o "Guardador de Rebanhos" com cada um dos poemas-ovelhas, seria certo e sabido que. Deixar os links para esses versos, deixa-os e mais sabe que. Então. Ouvir, verso a verso, um por um e todos do primeiro ao último, como ouviu ontem o Jorge Uribe defender que se faria e se fez, isso, oh!, a maravilha do que é irrepetível. Para as consolações do tempo depois, ameiga-se de saber que dia 21* deste mês haverá outra sessão de leituras, em voz alta, por pessoas vivas, de versos muito vivos e revivecidos. Será coisa orientada pela ciência de João Figueiredo, ciência dele sobre Camões. (No mais, o Reboliço re-ouve um Pessoa, hélas!, mais mortiço.)
*E não 14, pois a greve desse dia fará fechar o Metro e o Museu da Música, que fica dentro de dentro do Metro, encerrará.

sábado, 6 de agosto de 2011

"Olha que...

...as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria."

sábado, 5 de janeiro de 2008

«THE TIMES»

Sentou-se bêbado à mesa e escreveu um fundo
Do «Times», claro, inclassificável, lido...,
Supondo (coitado!) que ia ter influência no mundo...
...........................................................................................
Santo Deus!... E talvez a tenha tido!

(Álvaro de Campos. 16/8/1928. Daqui, p.352.)

sexta-feira, 3 de novembro de 2006

Citação

Ode marítima


Ah, [...]


Ah, [...]

Ah [...]


Ah, [...]


Ó [...]


Ah, [...]


Ah, [...]

Ah, [...]

Ah, [...]

Ah,[...]

Ah, [...]

Ah, [...]

Ahò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-yyyy... [...]
[...] ahò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò - yyyy...) [...]

Ah [...]

Eh [...]

Eh [...]

Eh [...]
Eh [...]

Eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh! [...]

Eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh! [...]

Eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh! [...]

Eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh! [...]

Eh-eh-eh-eh-eh! [...]

Eh-eh-eh-eh eh! Eh eh-eh-eh eh! Eh-eh-eh-eh-eh-eh eh!
Eh lahô-lahô laHO-lahá-á-á-à-à! [...]

- ah! [...]

[...] -aw-aw-aw-aw!
[...] -aw-aw-aw-aw!
[...] a-a-aft [...] ru-u-u-u-u-u-u-u-u-um [...].

Eia, [...], eia!
Eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh!
Eh-lahô-lahô-laHO-lahá-á-á-à-à!
Eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh!
[...]
Eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh!
Eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh! [...]

Eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh! [...]

Ahó-ó-ó-ó-ó-ó-ó-ó-ó-ó-ó-yyyy...
[...] ahó-ó-ó-ó-ó-ó-ó-ó-ó-ó-ó-ó-ó- yyyy...

Eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh-eh! [...]

Ah [...]

Ah, [...]

(Poesias de Álvaro de Campos. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1944 (imp. 1993).
1ª publ. in Orpheu, nº2. Lisboa: Abr.-Jun. 1915.)

A propósito do mês de Álvaro de Campos, no Leitura Partilhada.