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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Merci, sempre, Monsieur Daudet


(O Reboliço está muito grato, também, ao Michel e à Margarida,
amigos grandes que lhe mostraram a preciosidade desta imagem na capa de uma das 
muitas, felizmente muitas edições de Les Lettres de Mon Moulin.)

sábado, 22 de outubro de 2016

Merci, cher Miguel!

(Foto das capas de duas edições das Cartas de Alphonse Daudet, enviadas pela amiga mão do Miguel de Carvalho: Reboliço, de patinhas postas a agradecer.)

domingo, 5 de junho de 2016

Li letro de moun moulin

O Reboliço não se decide se a sedução que sente pelo que desconhece opera por convite a conhecer, ou se por maravilhamento perante o que, por indecifrável, não lhe é fácil racionalizar. Desconfia que seja uma colecção dos dois. O grande amigo grande mostrou-lhe a porta para os textos de Alphonse Daudet em língua provençal, e é um regalo de ler sem perceber quase nada (sim, porque lhe conhece de cor as histórias), mas sentir um bocadinho o sardo, um bocadinho o catalão, pitada aqui, pitada ali de francês, de espanhol, de antiquíssimo português: é, por exemplo, Anfons o Daudet.

domingo, 18 de janeiro de 2015

Dedicar

(Alphonse Daudet, Lettres de mon Moulin, Le Livre de Poche, Paris, 1969.)
(Alphonse Daudet, Lettres de mon MoulinFlammarion, Paris, 1949.)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Prendas ao Reboliço

(Muito obrigada, Miguel.)

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

"Amitiés"


("Esta obra, um clássico da literatura francesa, tocou de tal modo os leitores que foi preservado intacto o moinho onde foi escrita. Querido Francisco, também o vosso moinho ficará na nossa memória. Amizades. Maïthé e Léopold Tassi." O Reboliço relê a nota, à procura de datas. Não n'as há. O livro foi feito em 1956. Lá dentro, o pai colou a mensagem de outros amigos, com data de 1973. Entre um ano e outro, recebeu a peça. Forrada a tecido roxo, gravado como se vê aí em baixo. As ilustrações, reproduzidinhas de aguarelas de Gaston de Sainte-Croix, dão - têm dado - para uma vida de júbilo.)



sábado, 1 de fevereiro de 2014

Da tradução

"Francet Mamaï, um velho tocador de pífaro, que vem de tempos a tempos passar o serão comigo, enquanto bebia vinho quente, contou-me uma destas noites um pequeno drama de aldeia de que o meu moinho foi testemunha há uns vinte anos. A narrativa do homem comoveu-me e vou tentar contá-la tal como a ouvi."
Alphonse Daudet, Cartas do Meu Moinho, Tradução de Franco de Sousa, Lisboa, Círculo de Leitores, 1996, p. 17. Desenho da capa de Diniz Conefrey.

"Francet Mamaï, um velho tocador de pífaro que vem de tempos a tempos passar o serão comigo e beber vinho quente, contou-me uma noite destas um dramazinho de aldeia de que o meu moinho foi testemunha há cerca de vinte anos. A história do bom homem comoveu-me e vou tentar contá-la tal qual a ouvi."
Alphonse Daudet, Cartas do Meu Moinho, Tradução de Fernanda Pinto Rodrigues, Mem Martins, Publicações Europa-América, 1971, p. 17. Desenho da capa de Dorindo Carvalho.


"Francet Mamamï [sic], um velho tocador de pífaro que vinha de vez em quando passar o serão comigo, bebendo vinho fermentado, contou-me, uma vez, um pequeno drama de aldeia, que teve o meu moinho por testemunha, há uns vinte anos. A narração do bom homem comoveu-me, e vou experimentar contá-la, tal como a ouvi."
[Contos de] Alphonse Daudet, Antologia do Conto Moderno, Selecção, Tradução e Prefácio de Luís Eugénio Ferreira, Coimbra, Atlântida, 1959, p. 99. Desenho da capa de Victor Palla.



"Francet Mamaï, un vieux joueur de fifre, qui vient de temps en temps faire la veillée chez moi, en buvant du vin cuit, m'a raconté l'autre soir un petit drame de village dont mon moulin a été témoin il y a quelque vingt ans. Le récit du bonhomme m'a touché, et je vais essayer de vous le redire tel que je l'ai entendu."
(Alphonse Daudet, Lettres de mon Moulin, Le Livre de Poche, Paris, 1969. Sem indicação de autoria da ilustração da capa.)


sábado, 19 de outubro de 2013

Bonjour, monsieur Daudet!

(Hip-foto da capa - um apenas, entre os pormenores de grande gosto e cuidado da edição - de Tartarin de Tarascon, texto de Alphonse Daudet [padrinho destas Cartas], traduzido por Carlito Azevedo e ilustrado por Rafael Sica, dois grandes, e publicado pela Cosac Naify: Reboliço, a ler em voz alta e a concordar, em género e número, com Gustave Flaubert, que da obrazinha terá dito ao seu autor "Belíssimo, belíssimo!")

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Vindo de Outubro

(Foto da capa do livro que foi prenda de parabéns, dados e dada pela D. Renata, Segunda-feira passada: Reboliço. Mais velho, mais sábio, sempre grato.)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

sábado, 13 de fevereiro de 2010

 
(Foto da capa forrada a tecido de Les Lettres de Mon Moulin, de Alphonse Daudet, edição com ilustrações de G. de Sainte-Croix, Paris, Fasquelle Editeurs, 1956; em modo manual, com flash e tudo: Reboliço.)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Cortar, montar, colar

O Reboliço encontrou moinhos de papel. Para fazer. Na Agence Eureka, a mesma montra onde se expõem as ilustrações de Laure Devolvé para uma lindíssima edição belga de um dos contos que Alphonse Daudet incluiu nas suas Lettres de Mon Moulin, "La Chèvre de M. Seguin". (Tem havido muitos ilustradores para o livro de Daudet. A edição da Verbo Infantil, traduzida por Ricardo Alberty e publicada em 1978, vem decorada com desenhos de Georges Beuville; a da Europa-América, versão de Fernanda Pinto Rodrigues, de 1971, traz na capa um desenho com a assinatura "Xando/71".)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

(Post dedicado)


(Foto das páginas 14 e 15 do caderno das receitas provençais favoritas de Marcel Pagnol, com uma imagem do seu filme Les Lettres de Mon Moulin: Reboliço. Trata-se do "joyful accompagnement [tal e qual] to films for the celebration of Marcel Pagnol's centennial. 1895-1995." Foi escrito por Jacqueline Pagnol e traduzido por Marianne Pagnol, respectivamente a última mulher e a sobrinha de Marcel. 
Se um dia o seu Cartas do Meu Moinho sair em DVD, pode ser que o Reboliço o veja, que quem o viu na altura disse que era um French treat; até lá, deita-se sobre as patas dianteiras e fica a olhar para o cartaz
As receitas no caderninho são legíveis, sim - é só clicar sobre a fotografia e começar a ler e a imaginar a "simplicidade bíblica" da salada de grão.)

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Prenda!


O Reboliço finca no chão as patas traseiras e dança de contente com a prenda de férias que ganhou do Mano e da Dona Angelita: uma primeira edição escocesa - mas em francês - de Letres de Mon Moulin. Tem uma introdução escrita por Charles Sarolea e foi preparada por Nelson, Éditeurs: 25, rue Denfert-Rochereau, Paris (e também "Londres, Édimbourg et New York"). Não tem data de impressão, mas é posterior a 1897, pois indica as datas do nascimento (1840) e da morte (exacto, 1897) do autor. No interior tem uma foto de Daudet com ar de pobre lunático ou pardal à chuva.

(Foto do bónus que vinha com a oferta, um postal de 
"The Old Windmill, Barrington (Rayner's Series)", 
dirigido a Miss Knowles, velha conhecida do Reboliço, a dizer
"[Dea]r Mary
I thought you would like to see the old
mill again Mr Cardo [?] wishes
to be remembered to you I
do hope you are keeping
very well + not working to [sic] 
hard, warmest love
from Mr Loia [?]":
Mano. 
O Mano diz "isto é altamente, o do 'not working too hard', 
há quantos anos é que as pessoas dizem umas 
às outras para não trabalharem demais?")

quarta-feira, 11 de maio de 2005

A época dos descobrimentos

Estou a arrumar os livros e encontro duas coisas: um pequenino desenho do João (uma das suas lagartinhas fatigadas a passear sobre a linha de tinta da China) e as Cartas do Daudet, traduzidas por Ricardo Alberty. Tenho também o original francês, mas há-de ser cedo... O livro começa com uma escritura notarial: um senhor Mitifio vende ao senhor Alphonse Daudet um "moinho de vento e de farinha". Declara o senhor Daudet que, "não obstante ... a mó partida e a plataforma onde a erva cresce entre os tijolos", acha o "dito moinho em condições e podendo servir para os seus trabalhos de poesia". O triste é não se poder fazer pão onde se faz poesia.

Outra descoberta, faço-a no número de Out/Nov/Dez do Jornal dos Arquitectos: um artigo de Eduardo Lourenço sobre o Livro do Desassossego. Já não durmo sossegada.

quarta-feira, 30 de março de 2005

A Alphonse o que é de Alphonse

O título deste weblog é devedor à obra de Alphonse Daudet, Lettres de Mon Moulin, publicada em 1866 (a partir da qual Marcel Pagnol fez um filme em 1954). Merci, Monsieur Daudet!