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quinta-feira, 3 de março de 2011

3

Estamos em Março, o nome
é riso. O riso, ar. Qualquer corpo
está cantado, habita
nossa casa, sua gente.
Água é o lugar. Estamos
limpos, digo.
Salvos, acrescentas.

As águas não esperam
os olhos devagar.
Pousamos as mãos.
Posso dizer a mim próprio
o mar que se confunde
com estas palavras, com o teu rosto?

Entretanto morremos.
Os barcos vão.
Mágicos é que nós somos.
(João Miguel Fernandes Jorge, Poemas Escolhidos [1971 / 1981],
Lisboa, Assírio e Alvim, 1982, p. 12.)

domingo, 2 de janeiro de 2011

A segunda descoberta

O Reboliço fecha os olhos e viaja. Vai para lugares que têm peixes grandes, olhos a olhar para outros olhos, remédio de se estar perto de alguém. Vê criaturas em submarinos amarelos, submarinos cinza, enrugados, submarinos-tubarão. Dança, dança, dança, dança com gorillazzzzzzzz, adormecido e a sonhar com praias de plástico.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Incorporated

O Reboliço ouve as gargalhadas do Rafa, enquanto a voz de 2Damon Albarn vai cantando "Moinho, moinho para a terra".