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quinta-feira, 31 de maio de 2018

Elevação

O Reboliço não acredita em coincidências. Por isso, não se surpreendeu quando ontem, depois de uma palestra em que se falou de moendas nos textos e nos tempos da Antiguidade (não eram "moinhos" como ainda os há hoje, ou talvez seja a sua ideia de "moinho" sempre ligada ao Moinho Grande, a edifícios de três gigantes andares que o impede de ajustar a palavra a coisas pequenas como duas pedras movidas com a força da mão de uma pessoa), a Maria Manuel lhe entregou, para oferecer a uns meninos, a reprodução de um desenho de Simon Goodrich que é tal e qual mas tal e qual o desenho do Moinho de Castro Verde, que o avô Xico ainda ajudou a reconstruir. Assim:


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

"A colina de Montmartre com pedreira" - e moinho

(Reprodução do desenho de Vincent Van Gogh, feito em 1886 e descoberto há coisa de nada:
El País, edição do Brasil. O Reboliço pensa sobre o que significa descobrir e 
lembra-se de revelar desvelar, descortinar, destapar. Verbos de mostrar.)

sábado, 22 de outubro de 2016

Moinhos com vento

(Fotografia: Eduardo Hernandez-Pacheco; parte de um conjunto de diapositivos realizados em Portugal [talvez na região Oeste] entre 1917 e 1942. Fonte: Centro Português de Fotografia)

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Moinho de Pastor

A livraria Paralelo W avisa que está de férias até 29 deste mês. E, para ilustrar o tempo de pausa, mostra uma das muitas e muito lindas fotografias que Artur Pastor fez de moinhos portugueses. Esta, reproduzida em baixo, foi feita na praia da Apúlia, no Alto Minho, entre os anos de 1950 e 1962. Por um acaso, não muito longe (mas tão distante no tempo) de onde o Reboliço passou os dias da Romaria da Senhora da Agonia.


(Poderiam ser apanhadores de sargaço, o homem e a mulher que se vêem à esquerda, em baixo, e que ajudam a entender a grandeza da duna-sopé de moinho - não fosse o volume do que carregam tão estendido na direcção do céu; não fosse, apesar de tudo, transportável sobre aqueles corpos.)

quinta-feira, 12 de maio de 2016

#WITHOUTSHOES

O que não falta no mundo são marcas de produtos a publicitar o que se vende, nem estratégias de mercado, pensa o Reboliço. Também há cada vez mais gente a fazer fotografias e a mostrá-las pelas telas de telefones e outros zingarelhos. Em contrapartida, demasiada gente no mundo vive uma vida inteira sem saber o que seja um telefone, ou sem poder utilizar coisas dessas, assim como há ainda (muita, muita) gente descalça. No meio de tudo o que há, a TOMS, uma empresa que vende sapatos, lembrou-se de fazer campanha para calçar crianças que não têm sapatos: "mostre os seus pés descalços e, por cada imagem, calçaremos uma criança". A campanha pretende oferecer até 100.000 pares de sapatos a crianças em dez países. Escolheram o passado dia 10 para "sensibilizar para o problema", e nesse dia o Instagram encheu-se (ainda mais) de pés descalços, que o Reboliço se encantou de ver. Entre eles, não estranhou que duas belas patinhas aparecessem com o fundo de um moinho com papoilas nos campos provençais - eis aqui, com a permissão da autora da imagem, @Elisaparkranger:



quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O Reboliço é um nefelibata (91)


(Instafoto do moinho dos Açores, a dar a ver nuvens onde só havia céu azul: Anam222. Obrigada!)

terça-feira, 7 de abril de 2015

Dia Nacional dos Moinhos

Hoje, sábado e domingo

(Cartaz: Mana Gabriela, com foto do Mano no Moinho: Cunhadão Vasco Célio.
Como não pôde ir hoje a Beja, o Reboliço ficou a olhar para os velhos moinhos de Mykonos. 500 anos e ainda a girar.)

sábado, 8 de março de 2014

Do lugar do real

(I.e., de uma plataforma de visualização de documentários, onde se achou este, e, partilhável que ele é, se partilha. Foi dirigido por Carlos Eduardo Viana e chama-se "Contra a Corrente". Pai, para a veres inteira, tens de clicar duas vezes sobre a imagem.)

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O Reboliço é um nefelibata (87)

(Foto de três moinhos na Serra de Gavinhos, Penacova, uns 15km a Noroeste de Coimbra: Alípio Padilha. Sublinha o fotógrafo a "particularidade de terem 'telhados' em zinco." Diz mais: que chegaram a existir ali 18 moinhos de vento. E de nuvens. A moer. Obrigada.)

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

O Reboliço é um nefelibata (86)

(O Carlos Cardoso andou por Santiago do Cacém e apanhou esta maravilha, que rodeou de escuro para iluminar, de varas direitinhas, lindas nuvenzinhas e ervas verdinhas. O Reboliço agradece muito poder mostrar o boneco. Acrescentos, dada pelo pai a informação: se for o Moinho da Câmara de Santiago, aqui foi que se fez uma escola de moleiros, há uns bons anos.)

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Das feiras e dos livros

(Foto da foto da página 316 e de parte da 317 de Cozinha Tradicional Portuguesa, onde se vê um moinho açoriano: Reboliço. O Reboliço pensa: em fuçando um canito muito aqui e muito ali, sempre uma sorte lhe aparece.)

quarta-feira, 22 de maio de 2013

O Reboliço é um nefelibata (82)

(... que contempla as nuvens, também, pelos olhos dos amigos. Foto do moinho e da nuvem ao longe: Liliana Navarra; foto do moinho e da nuvem mais perto: Ana M. Ferraria. Sem saberem uma da outra, passando ontem uma perto de Peniche e a outra ao lado de Odemira, e vendo estas maravilhas, alembraram-se, as maravilhosas, do Reboliço. Dispararam, amandaram, o Reboliço emocionaram. Muito agradecida.)

sábado, 4 de maio de 2013

Moinhos na publicidade

(Cartaz de propaganda turística, com desenho de OSKAR - Óscar Pinto Lobo -, possivelmente do anuário Portugal, País de Turismo, possivelmente de 1963. Merci, Michel!)

domingo, 28 de abril de 2013

Castanhada no moinho de Daudet

Na secção dedicada aos livros, o Nouvel Observateur dá conta de uma celeuma em volta e às voltas do moinho onde Alphonse Daudet terá escrito as celebérrimas Cartas (que dão nome a este lugar, este aqui). Não se entende o proprietário com o Presidente do município de Fontvieille e o dito cujo (dito também, na peça, de Saint-Pierre ou de Ribet) está fechado ao público desde Dezembro de 2011. O Reboliço acha graça a ler sobre o moinho "de farinha e de mitologia".

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Moinhos na poesia (40)

(Cartão do dia de São Valentim, com moinho de pás de madeira, verde e amarelo e encarnado, com casal sentado e corações e flores e árvores e nuvens, enviado por James Joyce em 1933 para his pal: mostrado hoje, através do twitter, e autorizada a sua publicação aqui, pela Biblioteca Nacional da Irlanda.)

sábado, 31 de maio de 2008

A propósito de moinhos holandeses

The image “http://www.metmuseum.org/toah/images/h2/h2_41.1.12.jpg” cannot be displayed, because it contains errors.
(O Moinho, 1641; Rembrandt Harmensz. van Rijn; gravura.
Oferta de Felix M. Warburg e família ao
Museu Metropolitan de Nova Iorque em 12 de Janeiro de 1941)