Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Costa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Costa. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O controlo do Universo

"Eu era mais para adaptar poemas, ou assim álbuns."
(Pedro Costa, a fugir da luz muito crueza do holofote,
que não o deixava falar bem, e a responder sobre se haveria de adaptar ficção ao cinema;
hoje, na apresentação do DVD e do livro No Quarto da Vanda. O título do post lembrou-o ele, a propósito de André Malraux e das Histórias do Cinema.)

terça-feira, 8 de março de 2011

Pelo contrário

(Comecei a transcrever o poema de Pedro Costa; preferia tê-lo transcrito. Mas, uma vez mais, a pobreza e a indiferença com que nalguns jornais se publica fez-me hesitar, primeiro, ter depois dúvidas metodológicas só sanáveis através de perguntas ao autor - que não fiz - e, finalmente, decidir pela reprodução da imagem, que retirei do blogue do André Dias, que além do mais refere a pista relevante para entender a secção "2". Para se ler o poema, na falta da edição impressa, terá de se clicar sobre a dita imagem e fazer um esforço de abstracção de coisas como "palermiçe", "politico" ou "critico", para nem sequer falar da divisão de versos e da colocação das vírgulas. Mas isto sou só eu, que devo ser muito chata. Parece-me também que o poema fala - "Sensibilidade indisponível" - desta indiferença, desta grande pobreza.)

domingo, 22 de novembro de 2009

Ne Change Rien

Uma das coisas de que gosto mais em Ne Change Rien é o susto de ver aparecer uma janela luminosa que dá para a rua e para o dia, quando tudo o que se passa do lado de dentro do estúdio está, como em grande parte das imagens de Pedro Costa, obscurecido. Isso, não perceber se dois pontos brilhantes que não páram de se mexer são os botões de uma guitarra eléctrica ou os olhos de um gato grande que anda por ali, e a tortura de Kris Jensen em modo Jeanne Balibar.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

António Reis > Pedro Costa

Ora vejam se a isto não se poderá chamar um passo em frente:


(Foto do anúncio no caderno "ípsilon" do Público de hoje: Reboliço. 
À atenção do Paulo, e do Daniel, e da Carolin, e da Anabela, 
e da Graça, e da Cris, e do Rafa, e  da Marina, e da Alda, 
e do Jean Pierre, e do Telmo, e do Manuel, e da Ana, 
e do Wiliam, e da Fernanda, e do Mauro, e do Tiago, e da Patrícia. 
Ena, já somos uns quantos! A imagem amplia, para se ler melhor.)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Cem Mil Cigarros



(Foto da capa do livro sobre Pedro Costa: Reboliço. 
O Reboliço fumava os derradeiros quando percebeu que 

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

A montanha e o suspiro

   "Primeiro tem-se a tentação de mostrar uma montanha. [...] Depois, um belo dia, percebemos que o melhor é ver o menos possível.
    Dá-se uma espécie de redução que não é bem uma redução, é antes uma concentração, que acaba por nos dizer mais. Mas isto não se consegue de um dia para o outro! É preciso tempo e paciência. Depois, até um suspiro se pode transformar num romance."
(Jean-Marie Straub em Où gît votre sourire enfoui?, de Pedro Costa)