(Mais uma sessão imperdível, no Museu da Música.)
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terça-feira, 15 de abril de 2014
terça-feira, 30 de setembro de 2008
"... como se fosse um tumor a proliferar - é muitas vezes deste princípio que a literatura nasce."*
(*António M. Feijó à Antena2, para explicar um dos vectores de leitura da exposição Weltliteratur, que inaugura hoje na Fundação Calouste Gulbenkian. Imagem gráfica da exposição: João Bicker; concepção do espaço e das salas: Manuel e Francisco Aires Mateus. Vale muito a pena ler também a entrevista do comissário e de um dos arquitectos, aqui. Foto dos crachás: Reboliço.)Mediateca associada (incompleta): SIC N e Parlamento Global 1; Parlamento Global 2; Parlamento Global 3; Parlamento Global 4; entrevista de A.M.F. ao Bibliotecário de Babel; reacção à conferência de D. José Policarpo, integrada na Exposição; no blogue Animais Domésticos.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
segunda-feira, 13 de março de 2006
"raspar a fuligem"
Entrevista, longa e lúcida, de Maria João Seixas, a António M. Feijó. Na Pública de hoje. Só um bocadinho, o que mais me ficou a ecoar:
“Num outro poema [Wordsworth] fala de um campo de narcisos a dançarem ao vento, que suscita, de modo simpático, uma dança no seu coração de observador. Hoje, nem em jogos florais, se ainda existem, isto soaria estranho, mas há dois séculos os contemporâneos de Wordsworth viram na desmesurada repercussão de um acontecimento trivial no íntimo do autor um sinal de demência. O interessante é perceber por que seria uma trivialidade tida por sintomática de demência. Se conseguirmos perceber porquê, estamos a raspar a fuligem que nos torna ininteligível a maioria a natureza maior do acontecimento que esses versos marcam.”
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