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sábado, 12 de março de 2011

Contributo para manifestações futuras

O Reboliço ouve cantar numa manifestação, transmitida pela televisão. Cantar não será bem o termo - tentar cantar, mas com alguma dificuldade de afinação e de conhecimento dos versos. Enfim, manifestantes na rua não precisam de saber ler pautas de música nem ter boa voz. A cantiguinha faz parte da literatura tradicional portuguesa, mas é possível que algumas pessoas nesta manifestação não sejam bem tradicionais. O Reboliço gosta de pensar que é tradicional, conhece esta letra e fica feliz se puder contribuir para a alegria comum.
Menina, estás à janela
com o teu cabelo à lua:
não me vou daqui embora
sem levar uma prenda tua.

Sem levar uma prenda tua,
sem levar uma prenda dela.
Com o teu cabelo à lua,
menina, estás à janela.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Saúde!

(O Reboliço anda ocupado.)
"Apesar, contudo, todavia, mas, porém,
As águas vão rolar, não vou chorar.
Se por acaso morrer do coração
É sinal que amei demais."

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Até aqui

Parece entristecida, mas é uma cantiga do bem, que além disso diz com vozes quentes, como esta e a da manhã que está ali fora. De cantigas, hoje, estou benzidinha.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Música para os ouvidos do Matias (3)

Lembras-te desta, mana?

Era uma vez - um moinho

Que girava, que girava sem parar

Vivia no alto da colina

Com o moleiro que lá estava para o guardar


Todos os dias - o moleiro

Carregava, carregava sem parar

Sacos de trigo, sacos de milho

E o moinho não parava de girar.


Mas veio um dia - um vendaval

E o moinho não se pôde aguentar

Quebrou as velas o moinho

E o moleiro começou logo a chorar.

Mas o moleiro - que era esperto

A correr, a correr foi consertar

Pôs velas novas no moinho

E o moinho começou logo a girar.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Seis dias

O Reboliço pensa: "Que raios, há seis dias já que não escrevo nada...". A prima diz-lhe assim: "Oh, oh!... Há coisas muito piores do que passar seis dias sem escrever. Sabes a cantiguinha, não sabes? 'Há três dias que nã janto, há quatro que nã almoço'... Há pior, há pior."

domingo, 18 de março de 2007

Tanto, imenso (11)

"The Long Way Home"

[...]
You know I love you baby
More than the whole wide world
I'm your woman
You know you are my pearl
Let's go out past the party lights
We can finally be alone
Come with me and we can take the long way home
Come with me, together we can take the long way home
Come with me, together we can take the long way home

(Norah Jones)

sexta-feira, 16 de março de 2007

Para a Tatita

Deve ser uma das letras mais citadas nos blogues. Ainda assim, serve para dizer, por mais uma via, OBRIGADA! (E para pôr o Mano, a Mana, a Prima, toda a malta a trautear.)

Eu tenho um anjo
Anjo da guarda
Que me protege
De noite e de dia
Eu não o vejo
Eu não o ouço
Mas sinto sempre a sua companhia

Eu tenho um guarda
Que é um anjo
Que me protege
De noite e de dia
Não usa arma
Não usa a força
Usa uma luz com que ilumina a minha vida

Ele não, não usa arma
Ele não, não usa a força
Usa uma luz com que ilumina a minha vida

(António Variações)

(Claro que ouvir, logo depois, o "Sempre Ausente" deixa qualquer canito à beira das lágrimas...)

segunda-feira, 12 de março de 2007

Tanto, imenso (10)

You can never hold back spring
You can be sure that I will never
Stop believing
The blushing rose will climb
Spring ahead or fall behind
Winter dreams the same dream
Every time

You can never hold back spring
Even though you've lost your way
The world keeps dreaming of spring

So close your eyes
Open you heart
To one who's dreaming of you
You can never hold back spring
Baby

Remember everything that spring
Can bring
You can never hold back spring

(Tom Waits, no disco do meio)

quinta-feira, 8 de março de 2007

(Mas gosto ainda mais desta versão) Tanto, imenso (9)

Oh I do believe
In all the things you say
What comes is better than what came before

And you'd better come come, come come to me
Better come come, come come to me
Better run, run run, run run to me
Better come

Oh I do believe
In all the things you say
What comes is better that what came before

And you'd better run run, run run to me
Better run, run run, run run to me
Better come, come come, come come to me
You'd better run

(transformada, como só
ela sabe, por Chan Marshall)

quarta-feira, 7 de março de 2007

Tanto, imenso (8)

Pa papa papa papa
Pa papa papa papa
Pa papa papa papa
Pa papa papa papa

I found a reason to keep living
Oh and the reason, dear, is you
I found a reason to keep singing
Oh and the reason, dear, is you

Oh I do believe
If you don’t like things you live
For some place you never gone before

Pa papa papa papa
Pa papa papa papa
Pa papa papa papa
Pa papa papa papa

Honey, I found a reason to keep living
And you know the reason, dear it’s you
And I’ve walked down life’s lonely highways
Hand in hand with myself
And I realized how many paths have crossed between us

Oh I do believe
You’re all what you perceive
What come is better that what came before

Oh I do believe
You’re all what you perceive
What come is better that what came before

Pa papa papa papa
Pa papa papa papa
Pa papa papa papa
Pa papa papa papa
And you’d better come, come come, come to me
Come come, come to me

(Lou Ree/Velvet Underground)

domingo, 4 de março de 2007

4.2/Richter (Segura-te, canito...)

"San Andreas Fault"

Go west
Paradise is there
You'll have all that you can eat
Of milk and honey over there
You'll be the brightest light
The world has ever seen
Sun-baked slender heroine
Of film and magazine

Go west
Paradise is there
You'll have all that you can eat
Of milk and honey over there
You'll be the brightest light
The world has ever seen
The dizzy height of a jet-set life
You could never dream
Your pale blue eyes
Strawberry hair
Lips so sweet
Skin so fair
You're future bright
Beyond compare
It's rags to riches
Over there

San Andreas Fault
Moved its fingers
Through the ground
Earth divided
Plates collided
Such an awful sound

San Andreas Fault
Moved its fingers
Through the ground
Terra cotta shattered
And the walls came
Tumbling down

Oh promised land
Oh wicked ground
Build a dream
Tear it down


Oh promised land
What a wicked ground
Build a dream
Watch it all fall down

(Natalie Merchant a cantar, enquanto me recordo de Doubting Thomas, de Mark Tansey. )

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Tanto, imenso (7)

Que hei-de eu fazer
Eu tão nova e desamparada
Quando o amor
Me entra de repente
P´la porta da frente
E fica a porta escancarada

Vou-te dizer
A luz começou em frestas
Se fores a ver
Enquanto assim durares
Se fores amada e amares
Dirás sempre palavras destas

P´ra te ter
P´ra que de mim não te zangues
Eu vou-te dar
A pele, o meu cetim
Coração carmesim
As carnes e com elas sangues

Às vezes o amor
No calendário, noutro mês, é dor,
é cego e surdo e mudo

E o dia tão diário disso tudo

E se um dia a razão
Fria e negra do destino
Deitar mão
À porta, à luz aberta
Que te deixe liberta
E do pássaro se ouça o trino

Por te querer
Vou abrir em mim dois espaços
P´ra te dar
Enredo ao folhetim
A flor ao teu jardim
As pernas e com elas braços

Às vezes o amor
No calendário, noutro mês, é dor,
É cego e surdo e mudo

E o dia tão diário disso tudo

Mas se tudo tem fim
Porquê dar a um amor guarida
Mesmo assim
Dá princípio ao começo
Se morreres só te peço
Da morte volta sempre em vida

Às vezes o amor
No calendário, noutro mês é dor,
É cego e surdo e mudo

E o dia tão diário disso tudo
Da morte volta sempre em vida

(Sérgio Godinho, por lembrança muito oportuna do Mano)

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Tanto, imenso (6)

Que amor nao me engana
Com a sua brandura
Se da antiga chama
Mal vive a amargura
Duma mancha negra
Duma pedra fria
Que amor nao se entrega
Na noite vazia?
E as vozes embarcam
Num silêncio aflito
Quanto mais se apartam
Mais se ouve o seu grito
Muito à flor das àguas
Noite marinheira

Vem devagarinho
Para a minha beira
Em novas coutadas
Junta de uma hera
Nascem flores vermelhas
Pela Primavera
Assim tu souberas
Irma cotovia
Dizer-me se esperas
Pelo nascer do dia


(Zeca Afonso [02/08/1929-23/02/1987])

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Venha pois o que vier!

When I was just a little girl
I asked my mother, what will I be
Will I be pretty, will I be rich
Here's what she said to me.

Que Sera, Sera,
Whatever will be, will be
The future's not ours, to see
Que Sera, Sera
What will be, will be.

When I was young, I fell in love
I asked my sweetheart what lies ahead
Will we have rainbows, day after day
Here's what my sweetheart said.

Que Sera, Sera,
Whatever will be, will be
The future's not ours, to see
Que Sera, Sera
What will be, will be.

Now I have children of my own
They ask their mother, what will I be
Will I be handsome, will I be rich
I tell them tenderly.

Que Sera, Sera,
Whatever will be, will be
The future's not ours, to see
Que Sera, Sera
What will be, will be.

(A voz de Doris Day a cantar Ray Evans [1915-2007])

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Tanto, imenso (2)

I was born to make you happy.
I think you're just my style.
Everywhere I go,
Tellin' everyone I know,
Baby, I love to see you smile.

Don't wanna take a trip to China.
Don't wanna sail up the Nile.
Wouldn't wan' get too far,
From where you are,
'Cause I love to see you smile.

Like a sink without a faucet.
Like a watch without a dial.
What would I do if I didn't have you.
I love to see you smile.

In the summer, in the springtime,
The winter, or the fall,
The only place I wanna be
Is where I can see you smile at me.

In a world that's full of trouble,
Y'make it all worth while.
What would I do if I didn't have you.
I just love to see you smile.
I love to see you smile.

(Randy Newman cantado por Homer e Marge Simpson. d e l i c i o s o)

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006